Shows / Concertos

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João Suplicy

Cantor, compositor e violonista

João Suplicy começou a cantar, tocar violão aos 11 anos, inspirado pelo ambiente musical em sua casa. Por volta dos 15, começou a descobrir o próprio caminho dentro da música e seu estilo. Estudou violão e guitarra com grandes nomes, como Jarbas Barbosa e Mozart Mello antes de ingressar para o Musicians Institute, em Los Angeles, aos 18.

Quando voltou para o Brasil, continuou estudando, desta vez com Sergio Benevenuto. Além de se empenhar no universo de diversos artistas que o influenciaram na forma de tocar, como Baden Powell, Jimi Hendrix, Stevie Ray Vaughan e João Bosco.

Em 1998, João Suplicy lançou seu primeiro CD “Musiqueiro”, que precedeu os álbuns “Cafezinho”(2002) e “Caseiro”(2005) , os quais ele caracteriza como MPB. Em 2007, acompanhado de Roberto Menescal, João lançou “Elvis ‘n Bossa”, uma coletânea de sucessos de Elvis Presley em versão Bossa Nova.

Dez anos após seu primeiro álbum, João se juntou ao irmão Supla no projeto “Brothers of Brazil”, com quem gravou três álbuns: “Brothers of Brazil” (2011); “On My Way” (2012); “Melodies from Hell” (2014).

Os dois contabilizaram mais de 300 shows no exterior e no Brasil, incluindo festivais como Lollapalooza, Rock In Rio, SWU, Maquinária e Warped Tour.

Nos últimos sete anos, João Suplicy viveu mais tempo nos Estados Unidos do que no Brasil. É que o projeto Brothers of Brazil, que desenvolveu com o irmão Supla, os levaram a fazer constantes turnês por cidades norte-americanas, com apresentações em casas noturnas, teatros e em festivais. E eles ainda estiveram na Europa. A carreira solo, que havia deixado de lado, João retomou no começo deste ano.

Atualmente, João se dedica também às transmissões do Projeto “Violão Ao Vivo do Quarto”, que acontecem às segundas-feiras, às 20h30, no Facebook e a turnê que leva o mesmo nome.

No seu projeto mostra composições de sua autoria e toca clássicos da obra de Elvis Presley, Ray Charles, Beatles, David Bowie, Prince, Tom Jobim e Chico Buarque. O cantor transita entre a MPB e o Rock com impressionante naturalidade. Tem Blues na sua bossa, Rock no seu Samba e tudo parece fazerem parte de sua essência.

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Carmina Juarez

Nascida em São Paulo, filha do maestro Benito Juarez e da pianista Elizabeth Rangel Pinheiro, estudou música desde a infância, cantando em coros e tocando piano e flauta. Integrou o grupo vocal Beijo e, de 1988 a 1990, frequentou cursos na Berklee College of Music (Boston, EUA). De volta ao Brasil, estudou música popular brasileira e teve aulas de canto, tornando-se depois coordenadora da área de estudos sobre técnicas vocais do coral da USP, mantendo-se no corpo docente da universidade. Seu primeiro CD, "Arrasta a Sandália", foi lançado em 1996 pela Dabliú, com produção de Fernando Faro, tendo no repertório alguns clássicos da MPB como "Qui Nem Jiló" (Luiz Gonzaga) e "Nega Maluca" (Fernando Lobo/ Evaldo Ruy). O segundo, "Tenho Saudade" (2000) reuniu antigos compositores brasileiros como Lamartine Babo e Ary Barroso, recriando o repertório da veterana cantora Elisinha Coelho.

Discografia

  • s/d) Lavoro (Edson Natale) – participação - CD
  • (s/d) Canções seculares (Coral da USP) – participação - CD
  • (s/d) Palavra de criança (Vários artistas) – participação – CD
  • (2010) Caruana (Carmina Juarez) – Itaú Cultural/MCD - CD, DVD
  • (2001) Tenho saudade (Carmina Juarez) – Dabliú – CD
  • (1993) Arrasta a sandália (Carmina Juarez) – Dabliú – CD

Discos de carreira

TENHO SAUDADE

Dabliú Discos - 2000

 

ARRASTA A SANDÁLIA

Dabliú Discos - 1996

 

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Comida dos Astros

Um grupo de atores-cantores que utilizam linguagens multiformes como:

Teatro, Música, Paródia, Mimetismo Cômico, Pop Art, Concretismo, Rádio, TV e Gastronomia. Com elenco rotativo a companhia se alterna para apresentações numa teatralidade simples, coordenada pelo ator, diretor, e empreendedor Rony Cácio.

Show da dupla indicado para eventos institucionais, lançamentos de produtos, feiras, convenções, confraternizações.

Duração: 30 minutos.

 

Espetáculo Adulto:

Comida dos Astros- O Banquete é um espetáculo musical teatral com direção da Graziella Moretto.

Duração: 50 minutos.

 

Palestra Espetáculo:

Palestra espetáculo com o idealizador do grupo Rony Cácio, que aborda empreendedorismo cultural colaborativo, sustentabilidade e consumo consciente.

Duração: 60 minutos.

 

Oficina de Paródia:

Indicado para estimular o processo criativo através da abordagem paródica. Para professores, alunos, atores, cantores, humoristas, publicitários, literatas, palhaços dentre outros.

 

Espetáculo Infantil:

Merenda dos Astros - É um espetáculo infanto-juvenil que aborda reeducação alimentar, higiene,não desperdício e educação ambiental.

Duração: 40 minutos.


 

Em abril o Comida dos Astros faz sua primeira apresentação mambembe na Vila Madalena. Em dezembro é premiado no Prêmio Multiriso do Bom Humor Brasileiro da canal multishow.

1999: O grupo faz sua primeira participação na TV, no programa 'Mãe de Gravata' com Ronnie Von.

2001: Ganha o 'Festival Qualquer Nota' no programa Altas horas com Serginho Groisman, ainda nesse período passa a ter um quadro fixo no programa na TV Globo.

2002: A companhia ganha reconhecimento midiático e apresenta-se nos principais programas de TVs do Brasil. Começou a circular pelos principais festivais de comédia do país.

2005: Participou do Risorama no Festival de Teatro de Curitiba e conheceu a atriz Graziella Moretto.

2006: Montou o espetáculo o "Banquete" com direção da atriz Graziella Moretto e estreia no Festival Janeiro Brasileiro de Comédia em São José do Rio Preto.

2007: Fez temporada no Teatro Folha e participou do programa do Jô.

2008: Em comemoração aos dez anos o grupo faz temporada no Teatro Crowne

Plaza e turnê pelo Brasil. Goiânia, Vitória, Belo Horizonte, Brasília, Aracajú, Recife, Salvador, Fortaleza, Feira de Santana, Caruaru, Garanhuns, Maringá e Uberaba prestigiaram este espetáculo que foi visto por mais de cem mil pessoas.

2009: Estreou o espetáculo infantil 'Merenda dos Astros' sucesso de público e crítica.

2010:Através do Circuito Cultural Paulista e da Virada Paulista da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, faz temporada no interior da capital, sendo o espetáculo de maior público do projeto. Ainda neste ano faz a Campanha Social, 'Araras sem Fomes' que arrecadou mais de cem toneladas para entidades filantrópicas.

2011: Participa da Virada Cultural de São Paulo, recebe da Academia Brasileira de Honrarias ao Mérito, através da Câmara de Vereadores de São Paulo a homenagem de Personalidade do Ano pela contribuição a cultura e gastronomia da cidade, ainda neste ano recebe a Homenagem 'Renato Russo de 'Ousadia e Arte' do grupo paulista 'Loucos do Tarô'. Ainda neste ano o idealizador do grupo palestra no TEDxCampos e no PKN- Pecha Kucha Night. Para os quinze anos da companhia um novo espetáculo sobre a história da gastronomia está no forno.

 

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Banda Subúrbia

Suburbia é uma banda de Rock Nacional que surgiu na Serra da Cantareira em 2012. Seu som se espalhou e a banda desceu a serra para tocar em bares e festas de faculdades de São Paulo. Em 2014, o Suburbia terminou seu primeiro trabalho autoral, envolvendo dez clipes em seu estúdio!

Com excelentes resultados digitais, a banda chegou a 2500 fãs em 5 meses e hoje tem uma agenda de shows acirrada! Além de muito talento,o Suburbia é composto pelos dois filhos do Almir Sater (dispensa apresentações) e pelo filho de Márcio de Sousa, responsável por toda a parte sonora da Turma da Mônica. Ou seja, a música corre no sangue da banda!

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Luís Vagner Guitarreiro

Gaúcho de Bagé, Luiz Vagner Dutra Lopes nasceu em uma família musical. Filho de mãe índia, seu pai era um telegrafista e músico amador, que usava o nome artístico Sarará, e seu avô, além de fotógrafo e pastor, era flautista. Bem cedo começou a conviver com artistas em cidades da região. Aos dez anos, já tocava bateria e violão. Em 1963, mudou-se para Porto Alegre e neste mesmo ano, junto com Luiz Ernani, Valdir, Jacks e Edson da Rosa, formou o conjunto The Jetsons. O grupo apresentava-se em reuniões dançantes e acompanhava os cantores que por lá apareciam, até que em 66 desembarcam em São Paulo na época da Jovem Guarda, como Os Brasas, com mais dois membros: Franco, Anires Marcos e Edson. Por essa época, teve sua primeira canção, “Magoei Seu Coração”, gravada por Demétrius.

Partindo para a carreira solo, com a dissolução do grupo em 69, gravou um compacto com as músicas “Viagem para o Sul” e “Moro no Fim da Rua”, esta gravada também por Wilson Simonal e Trio Esperança. Em 74 gravou seu primeiro LP, “Simples” e, em seguida, “Coisas e Lousas” (ambos na Chantecler). No ano seguinte veio outro disco, “Guitarreiro” – uma referência a seu apelido no meio musical, “Gaúcho Guitarreiro” – incluindo ritmos diversos, como o samba, a chula, a guarânia e o partido-alto, com acento entre o reggae e o rock. Em 79, gravou mais um disco, “Fusão das Raças” (Philips), cuja canção “Guria” fora incluída um ano antes na trilha sonora da novela Dancin’ Days.

Quatro anos depois lançou “Pelo Amor do Povo Novo” (Copacabana), no qual gravou uma composição de Jorge Ben, “Crioulo Glorificado”, defendida no MPB Shell 82. Um anos antes, porém, o mesmo Jorge Ben lhe homenageou com a canção “Luiz Vagner Guitarreiro”. Tem músicas gravadas por Luis Américo (“Camisa 10”), Sílvio Brito (“Espelho Mágico”), Wando (“Se Quiser Chorar por Mim”), Ronnie Von (“Silvia, Vinte Horas, Domingo”), Adriana (“Justo Nesta Noite”), Eliana Pittman (“Vou Pular Neste Carnaval”), Paulo Diniz (“Como?”), Bebeto (“Segura a Nega”), além de Lady Zu, Tony Tornado, entre outros. O guitarrista continua se apresentando pelo Brasil em shows. Em 2002, gravou com os conterrâneos do Ultramen, banda gaúcha que mistura rock, reggae, rap e outros estilos.

Discografia

Álbuns de estúdio

  • Simples (1974)
  • Cousas e Lousas (1975)
  • Luis Vagner (1976)
  • Fusão de raças (1979)
  • Pelo amor do povo (1982)
  • Conscientização (1988)
  • Cilada (1990)
  • Vai dizer que não me viu (1995)
  • Brasil AfroSulRealista (2001)
  • Swingante (2001)

Álbuns ao vivo

  • O som da negadinha - ao vivo (1986)

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Levi Ramiro

Natural de Uru, pequena cidade do interior Paulista, hoje residente em Pirajuí, o violeiro e artesão que se iniciou na música tocando violão popular. Em meados de 1995 adotou a viola como principal instrumento, absorvendo seu universo cultural que veio de encontro com suas raízes, motivo pelo qual ampliou sua produção musical, tanto na arte de tocar como na de fabricar o instrumento. Com base nos valores da cultura caipira e misturando elementos que formam nossa Música Brasileira, Levi Ramiro celebra em suas composições, a poesia e a simplicidade da vida interiorana.músico instrumentista em gravações dos CDs de inúmeros artistas.

– Tem composições gravadas por: Ana Salvagni, Matuto Moderno, Dércio Marques, Paula Veloso, Tânia Grinberg, Jorge Curuca, João Carlos e Maurício, Duo Catrumano (Elias Kopcak e Rodrigo Nali), Carlos Vergalim, Valdir Verona, João Arruda, Zé Esmerindo e demais parceiros.
Suas composições com temas voltados a preservação da natureza foram usados como trilha no vídeo educativo “Cerrado o berço das águas” produzido pelo Instituto Ambiental Vidágua. Bauru, SP.
– Participou na direção musical dos CDs: “As liras pedem socorro” (Socorro Lira), “Sentimento matuto” (Júlio Santin), “Canto das horas” (Adriano Rosa), “Lufada em Viola de Cocho” (Daniel de Paula), “Estilo Caipira” (Mauro Silva e Oliveira), “Viajem violeira” (Carlos Vergalin), “Viola de Lua” (Luciano Queiroz), “Cavaleiro Macunaíma” (João Bá), Viola e sentimento (Daniel de Paula) e Capim dourado (Júlio Santin).
– Levi Ramiro ministra oficinas de fabricação e toque de viola pelo Brasil, pelas Delegacias Regionais e Secretarias e Pontos de Cultura. Percorrendo Estados como São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do sul e Bahia destacando sua oficina “Fabricação da Viola Brasileira feita com cabaça” ministrada também em várias unidades do Sesc.
– Em 2004, participou do primeiro grande Festival de Música Instrumental para Viola, promovido pela empresa Syngenta e a Direção Cultura, ficando entre os 16 finalistas.
– Em 2005 foi selecionado no projeto “Rumos Musicais” do Itaú Cultural, material registrado em CD e DVD que tem por objetivo mapear e divulgar a produção musical Brasileira em todas as tendências.
– Participou do primeiro Seminário Nacional de Viola Caipira durante 25/26 e 27/04/2008 em Belo Horizonte – MG como: Mediador na Mesa de discussão sobre Música Caipira e apresentou-se juntamente com outros nomes expressivos da viola Brasileira no show de encerramento.
– É anfitrião do Circuito Syngenta de Viola Instrumental projeto que viabiliza shows de música instrumental circulando por várias Cidades de diferentes regiões do país com a participação de músicos expressivos da viola instrumental Brasileira. www.circuitosyngentadeviola.com.br
– Recebeu o Prêmio Rozini 2010 “Excelência da Viola Caipira” na categoria de Violeiro solo.
– Recentemente gravou programa de duas horas para a Rádio WKCR da Cidade de NY, USA.

Discografia:


Maracanãs (independente) 1997.
Viola de todos os cantos (Devil Discos) 2001.
Mais uma saudade (Devil Discos) 2005.
Nosso quintal – (Independente) 2008.
Trilha dos Coroados – (ProAC SP) 2009.
Prosa na base do ponteio – 2013.(ProAC SP).
Capiau – (independente) 2014

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Ulisses Montoni & Marly Montoni

Cantores, atores e instrumentistas, Ulisses Montoni e Marly Montoni possuem 14 anos de experiência artística. Iniciaram seus estudos orientados pelo tenor Antonio Lotti e atualmente se aperfeiçoam com o baixo italiano Carlo Colombara. Participam com freqüência de óperas, concertos, musicais, campanhas publicitárias, gravações de CDs, peças teatrais, cerimônias e solenidades em várias cidades do Brasil.

Apresentam-se em diversos teatros e espaços culturais, como Sala São Paulo, Teatro São Pedro, Teatro Abril, Memorial da América Latina, HSBC Music Hall, Centro Cultural Banco do Brasil (Rio e São Paulo), Auditório Monarca ,Esporte Clube Pinheiros, Teatro da Urc a(Minas Gerais).

Desenvolvem juntos o projeto “Cantando Histórias”, direcionado à formação de público para a música Lírica. Já participaram de programas na TV Cultura,Rede Record, SBT, TV Câmara, RIT TV e TV CINEC. Possuem três CDs gravados: “Cantando Histórias” (2010), “Stelle”(2012) e “Moonlight” (2014).

Em dezembro de 2012 participaram do concerto do tenor Andrea Bocelli,no Jockey Club de São Paulo.

Em 2013 receberam o certificado de Mestrado Livre em Canto Lírico,pela Faculdade de Música Maestro Eduardo Roz-SP.

Ulisses e Marly são membros da Associação Brasil-SGI,uma organização mundial dedicada à paz,cultura e educação.

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Pé de Cerrado

O Grupo Cultural Pé de Cerrado se reuniu, pela primeira vez,  em 1999, com a proposta de pesquisar a cultura brasileira, depois que seus primeiros integrantes realizaram a trilha sonora da peça “A Pena e a Lei”, de Ariano Suassuna, ainda recém-formados pela Escola de Teatro Dulcina de Morais.

O grupo é formado pelos multi-instrumentistas e pesquisadores da cultura brasileira Pablo Ravi, Bruno Ribeiro, Bruno Berê, Fernando Fernandes, Pablo Fagundes e Clênio Guimarães. Com a destreza de misturar as diversas formas de expressão artística e as mais plurais manifestações da cultura brasileira, os espetáculos trazem música, circo, dança, poesia, teatro e proporcionam uma intensa participação do público.

Influenciados por grandes mestres da música brasileira, como Luiz Gonzaga, Hermeto Pascoal, Quinteto Violado, Antônio Nóbrega e outros tantos nomes da música instrumental, o grupo foi responsável por importantes projetos culturais em Brasília, como o projeto infantil “O Pé na Escola”, o projeto “Ensaio Aberto” e o projeto “O Pé Convida”.

O “Ensaio Aberto”, entre 2002 e 2003, atraía mais de mil pessoas todas as quartas-feiras no clube da Associação dos Funcionários do Banco de Brasília e contou com a participação de músicos consagrados, como Hermeto Pascoal.

O projeto independente “O Pé Convida” teve em suas muitas apresentações lotação esgotada. O grupo, que investe intensamente em pesquisa, procura divulgar a raiz da cultura popular brasileira.

Nesses doze anos de carreira, lançaram dois CDs, um DVD e trabalham atualmente na produção de um DVD infantil.

A diversidade de performances e ritmos do grupo cultural Pé de Cerrado possibilita apresentações em diversos eventos, como o Tangolomango no Rio de Janeiro e em grandes shows como os de Jorge Ben Jor, O Rappa, Dominguinhos, Zé Ramalho e tantos outros.

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MC Jean Paul

Japonês, budista, gaúcho e paulistano, o jovem talento consegue fazer um Baile Funk animadíssimo com muita energia positiva! Assim é conhecido o Mc Jean Paul, um “fenômeno cultural” que vem arrastando multidões para os seus shows, cantando para públicos com mais de 100 mil pessoas.

Possui mais de 40 composições e destas pelo menos 20 são hits na periferia, nos bailes de classe média e alta. O seu talento reúne qualidade para agradar todas as idades, das crianças aos mais idosos. Há dezesseis anos se dedica ao seu trabalho. 

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Ana Egito

Biografia


Ana Maria Egypto Rosa Berbel
http://dicionariompb.com.br/images/icone/nascimento_verbete.gif 31/8/1964 Rio de Janeiro, RJ 

Cantora. Compositora. Filha de professores. Nasceu no bairro de Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde passou a infância e juventude. Como atriz de apoio trabalhou na TV Manchete, em "A Hora do Pato", com direção de Jayme Monjardim, fazendo o papel da cantora Maysa; na TV Globo, como atriz e cantora, na novela "Gabriela, Cravo e Canela", baseada na obra homônima de Jorge Amado e em apresentações, também na TV Globo, no programa "O Cassino do Chacrinha", no qual recebeu o prêmio de "Melhor Caloura". Em 2012 cursou a oficina de voz "Painel Funarte de Música Popular".

 

 

 

Dados Artísticos

 

No ano de 1987, incentivada pelo cantor e ator Ivon Cury, estreou profissionalmente. Em 1991 recebeu o prêmio de "Melhor Intérprete" no "Festival de Música Popular - SESC Estadual" e nas categorias de "Melhor Música" e "Melhor Intérprete" no "Festival de Música Popular - SESC Inter-Municipal". Neste mesmo ano apresentou-se em show-solo nos palcos do Teatro do SESC Tijuca e do Teatro do SESC Madureira. Em 1994 participou do LP da Banda Digno Réu com a faixa "Manchete de jornal", de sua autoria. Participou, como cantora, do CD "Compilação anos 90" (EMI-Music); "Compilação Mega Hits" (Som Livre); "Sambas de Enredo Grupo A" (backing vocal) e de gravações de jingles, no Estúdio Floresta. Entre os anos de 1996 e 2000 fez shows no Hipódromo Up; Rio Jazz Club; Ball Room e no palco do Hotel PortoGallo, em Angra dos Reis, no Estado do Rio de Janeiro. Em 2001 sua composição "Boa brincadeira" foi incluída no CD bônus da "Revista Black Beats". Do ano de 2002 ao ano de 2004 destacam-se suas apresentações nos shows no Hotel PortoGallo (Angra dos Reis), Hotel Meridien e na Gafieira Estudantina. Entre os anos de 2004 e 2005 residiu por oito meses na Alemanha, onde fez turnê pelas cidades de Brandt e Berlim, representando a música brasileira no parque temático Tropical Island e no "Festival da Cultura", de Berlim. Neste mesmo ano retornou ao Brasil, montando o projeto "Ana Egito Em Boa Companhia", no qual fez diversos shows em várias casas noturnas do Rio de Janeiro. Entre os anos de 2007 e 2013 apresentou-se em vários teatros e palcos pela cidade do Rio de Janeiro, destacando-se Casa de Espanha, Circo Voador, Teatro do SESC Madureira, Hotel Sheraton Leblon, Sofitel Luxury Hotel Copacabana, Hotel Sheraton Barra, Hotel Everest, Gafieira Estudantina Musical e Hotel PortoBello, na cidade de Mangaratiba. No ano de 2014 com o show "Ana Egito Em Boa Companhia" participou do projeto "Circuito Carioca de Bossa Nova", com curadoria de Roberto Menescal, em uma série de apresentados em várias casas de espetáculos do Rio de Janeiro, entre as quais Casa Julieta de Serpa, Otto Music Hall e Botte’s Bar (Beco das Garrafas). Ainda em 2014 montou o show "Pra lá de Baden", no Bar Cariocando, no qual contou com as participações dos músicos Zé Mendes (sax, flautas e direção musical), Zé Luiz Maia (baixo acústico), Carlos Henrique (bateria) e José Mansur Honaine (violão). Também em 2014 montou o espetáculo "O baile", na casa de shows Sublime Relicário, na Lapa, centro boêmio do Rio de Janeiro. No ano de 2015 fez show de pré-lançamento do seu primeiro single "Em Boa Companhia", no qual interpretou quatro faixas, sendo três de sua autoria:  "Sorte", "Boa brincadeira" e "Pra ser feliz", além da composição "Linha", de Dudu Dias Antonio e Alex Guedes. O show, apresentado na casa noturna Cariocando, no bairro do Catete, contou com direção artística e supervisão geral do ator Emiliano Queiroz, tendo como assistente de direção Antonio dos Santos, além de participação especial do maestro Agostinho Silva, com acompanhamento de banda formada por Zé Mendes (sax, flautas e direção musical), Zé Luiz Maia (baixo acústico), Carlos Henrique (bateria) e José Mansur Honaine (violão).

 

Obras

  • Boa brincadeira
  • Manchete de jornal
  • Pra ser feliz
  • Sorte

 

Discografia

  • (2015) Em boa companhia • 2015 - Em boa companhia - Independente - CD • CD

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SILVANA MIRANDA

 

 

 

Rico Venerito

Sobre

Produtor cultural, músico, fotógrafo, permacultor, artesão, terapeuta corporal e videomaker.

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Cultura e Artes

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